segunda-feira, 23 de maio de 2011
Esta frase me chamou atenção ao ler uma reportagem sobre a reputação na internet publicado pela Revista Exame - Atenção, você está sendo "googlado". Qualquer pessoa com conexão à internet pode ter acesso a informações básicas sobre outra em uma simples busca no Google. Inclusive o atual chefe e um futuro empregador.
Monitorar a imagem e ter certos cuidados antes de se expor nas redes sociais e sites, mas isto não é uma tarefa impossível. Os cuidados e necessidade de etiqueta pessoal e profissional ocorrem em qualquer contexto, seja em um currículo, entrevista e fica mais evidente na internet, por isso precisa de um cuidado especial.
Ai vai algumas dicas:
1. Pesquise o seu nome no Google
Observe o que as outras pessoas podem descobrir sobre você e veja se há textos e fotos comprometedores ou indesejáveis a seu respeito. Muita gente com blog pessoal e sites de fotos como Flickr ou Fotolog pode se esquecer de postagens antigas e até com opiniões que já não perduram, mas que podem comprometer na busca por um emprego.
Altere as configurações de privacidade das redes sociais que aparecem nos resultados ou delete o conteúdo indesejado. Se o resultado não puder ser removido, pode ser necessário buscar ajuda especializada.
2. Não adianta se esconder
Quem prefere não ter conta em redes sociais ou se esconder atrás de apelidos corre um outro risco: perder oportunidades. Não se expor deixa o profissional sem visibilidade diante da busca de um recrutador. Não estar na rede hoje pode ser grave e significar desatualização, principalmente para algumas carreiras. Redes sociais como LinkedIn e o Facebook, se usadas corretamente, podem ser vitrines do seu trabalho.
3. O que um recrutador pode procurar?
Em um processo de seleção, o recrutador busca os profissionais na internet antes de decidir se a entrevista de emprego será oferecida porque tem de antemão, dados sobre o perfil da pessoa, que poderá ser o desejado pela empresa ou não.
Opiniões polêmicas, fotos comprometedoras ou falta de credibilidade podem afetar o julgamento do profissional, mas um recrutador espera sempre encontrar pontos favoráveis sobre o candidato.
4. Qual imagem virtual agrada empregadores?
Informações sobre envolvimento em atividades e pessoas relacionadas à função exercida pelo profissional contam a favor. É importante que o profissional seja verdadeiro e ativo nas redes sociais, mostrando uma imagem que condiz com o histórico profissional.
5. Como melhorar a reputação online?
Publique boas informações a seu respeito na internet. Quem possui contas de blogs, Twitter, Facebook e LinkedIn, entre os principais, pode usar a atividade online a seu favor. Poste opiniões e textos que condizem com a sua profissão e use uma linguagem adequada.
http://www.clickmag.com.br/
Monitorar a imagem e ter certos cuidados antes de se expor nas redes sociais e sites, mas isto não é uma tarefa impossível. Os cuidados e necessidade de etiqueta pessoal e profissional ocorrem em qualquer contexto, seja em um currículo, entrevista e fica mais evidente na internet, por isso precisa de um cuidado especial.
Ai vai algumas dicas:
1. Pesquise o seu nome no Google
Observe o que as outras pessoas podem descobrir sobre você e veja se há textos e fotos comprometedores ou indesejáveis a seu respeito. Muita gente com blog pessoal e sites de fotos como Flickr ou Fotolog pode se esquecer de postagens antigas e até com opiniões que já não perduram, mas que podem comprometer na busca por um emprego.
Altere as configurações de privacidade das redes sociais que aparecem nos resultados ou delete o conteúdo indesejado. Se o resultado não puder ser removido, pode ser necessário buscar ajuda especializada.
2. Não adianta se esconder
Quem prefere não ter conta em redes sociais ou se esconder atrás de apelidos corre um outro risco: perder oportunidades. Não se expor deixa o profissional sem visibilidade diante da busca de um recrutador. Não estar na rede hoje pode ser grave e significar desatualização, principalmente para algumas carreiras. Redes sociais como LinkedIn e o Facebook, se usadas corretamente, podem ser vitrines do seu trabalho.
3. O que um recrutador pode procurar?
Em um processo de seleção, o recrutador busca os profissionais na internet antes de decidir se a entrevista de emprego será oferecida porque tem de antemão, dados sobre o perfil da pessoa, que poderá ser o desejado pela empresa ou não.
Opiniões polêmicas, fotos comprometedoras ou falta de credibilidade podem afetar o julgamento do profissional, mas um recrutador espera sempre encontrar pontos favoráveis sobre o candidato.
4. Qual imagem virtual agrada empregadores?
Informações sobre envolvimento em atividades e pessoas relacionadas à função exercida pelo profissional contam a favor. É importante que o profissional seja verdadeiro e ativo nas redes sociais, mostrando uma imagem que condiz com o histórico profissional.
5. Como melhorar a reputação online?
Publique boas informações a seu respeito na internet. Quem possui contas de blogs, Twitter, Facebook e LinkedIn, entre os principais, pode usar a atividade online a seu favor. Poste opiniões e textos que condizem com a sua profissão e use uma linguagem adequada.
http://www.clickmag.com.br/
domingo, 1 de maio de 2011
“Conhecer pessoas e deixar que os outros o conheçam dá início ao ciclo que impulsiona o processo de networking”
Pesquisas indicam que 50% a 70% das pessoas acharam seu último emprego ou fizeram negócios através de networking. E afinal o que é isso? E o que tem a ver comigo, com você?
Networking é conhecer e ser conhecido por pessoas que possam ajudar no desenvolvimento da sua carreira ou negócio, é proporcionar relações vantajosas. Calma, não quer dizer que você vai conhecer uma pessoa só para tirar vantagens, mas sim ajudar para ser ajudado. Quem faz o networking da forma adequada dá mais do que recebe.
Dicas para desenvolver seu networking
1. Primeira Impressão: como diz o velho ditado, a primeira impressão é sempre a que fica. Então o estilo, a forma de se apresentar, de falar, tudo precisa trabalhar a seu favor e fazer um composto harmônico.
2. Não comece falando em trabalho: primeiro encontre algo em comum, colete informações.
3. Dê para receber: networking é uma via de duas mãos, nada é de graça e tudo tem seu preço. Faça primeiro.
4. Freqüente eventos, cursos, palestras: você pode aumentar bastante sua rede de contatos.
5. Manter os contatos: não se deve lembrar dos contatos apenas quando se precisa de um favor.
6. Persistência e consistência são os segredos: não faça nada apenas uma vez e depois espere sentado.
7. Divirta-se fazendo isso: se levar muito a sério será um chato que não se desliga do trabalho.
8. Saiba escutar, não fale demais nem por muito tempo. Se houver pessoas por perto, inclua-as nas conversas. Ao se afastar procure dizer: “Foi um prazer conversar com vocês”.
Pesquisas indicam que 50% a 70% das pessoas acharam seu último emprego ou fizeram negócios através de networking. E afinal o que é isso? E o que tem a ver comigo, com você?
Networking é conhecer e ser conhecido por pessoas que possam ajudar no desenvolvimento da sua carreira ou negócio, é proporcionar relações vantajosas. Calma, não quer dizer que você vai conhecer uma pessoa só para tirar vantagens, mas sim ajudar para ser ajudado. Quem faz o networking da forma adequada dá mais do que recebe.
Dicas para desenvolver seu networking
1. Primeira Impressão: como diz o velho ditado, a primeira impressão é sempre a que fica. Então o estilo, a forma de se apresentar, de falar, tudo precisa trabalhar a seu favor e fazer um composto harmônico.
2. Não comece falando em trabalho: primeiro encontre algo em comum, colete informações.
3. Dê para receber: networking é uma via de duas mãos, nada é de graça e tudo tem seu preço. Faça primeiro.
4. Freqüente eventos, cursos, palestras: você pode aumentar bastante sua rede de contatos.
5. Manter os contatos: não se deve lembrar dos contatos apenas quando se precisa de um favor.
6. Persistência e consistência são os segredos: não faça nada apenas uma vez e depois espere sentado.
7. Divirta-se fazendo isso: se levar muito a sério será um chato que não se desliga do trabalho.
8. Saiba escutar, não fale demais nem por muito tempo. Se houver pessoas por perto, inclua-as nas conversas. Ao se afastar procure dizer: “Foi um prazer conversar com vocês”.
O IMPORTANTE NÃO SE TRATA DE QUEM VOCÊ CONHECE
E SIM DE QUEM CONHECE VOCÊ
Jeffrey Gitomer
Natasha Bacchi - natasha@alcancemarketing.com.br
Especilaista em Marketing e Vendas
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Matéria enviada por Hertha Leitão Neves - Sócia Diretora da Empresa de Consultoria HN Gerenciamento de Recursos Humanos S/S Ltda, filiada ao Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização – IBCO (registro 385) - herthaneves@sercomtel.com.br
O século XX, principalmente a partir dos anos 80, trouxe para as organizações um novo perfil de trabalho, criando um ambiente complexo para os administradores, por meio de mudanças rápidas e descontínuas. O mundo globalizado assiste continuamente as mudanças estruturais e conjunturais impressionantes, consumidores tornam-se mais exigentes, um número cada vez maior de competidores chega a cada dia ao mercado, o ciclo de vida dos produtos reduz-se, a força de trabalho requer novos tipos de tratamento, a velocidade torna-se fundamental. A cada dia, ouve-se falar de novas empresas que se reestruturaram ou passaram por profundas mudanças (WOOD JR., 2000).
Organizações de todos os tipos têm se deparado com cenários substancialmente modificados e significativamente mais dinâmicos que os anteriores. Segundo Wood Jr. (2000), vive-se uma era de rupturas, as empresas e instituições caminham para um ponto de bifurcação, o qual as colocará num grau mais elevado de organização. O resultado e as conseqüências desse processo dependerão da habilidade dos administradores em criar uma visão adequada da realidade, no desenvolvimento e gerenciamento dos recursos necessários.
De acordo com Pedro (2007) “Gestão em saúde significa, busca de diferenciais, de aprimoramentos, de conhecimentos, de qualidade, de priorizar prevenção e promoção de saúde, de cortar gastos desnecessários, administrar recursos, de gerar qualidade de vida”. A autora ressalta que o procedimento clínico ou terapêutico é muito importante da atuação profissional, porém é uma das variáveis que compõem o trabalho e a realização profissional.
Segundo a autora, as clínicas ou consultórios são empresas que devem ser gerenciadas por profissionais que possuam conhecimentos em assuntos ligados à gestão, que entendam da dinâmica do processo de trabalho, e que desenvolva estratégias adequadas as mudanças que objetivam prestar ao cliente serviços de qualidade. A autora lembra que os clientes tornaram-se exigentes com os prestadores de serviços não só na parte técnica, mas também na organização, na localização, na segurança, na pontualidade, no senso administrativo, no gerenciamento de pessoas, no marketing, entre outros fatores que são avaliados na sua totalidade.
Pedro (2007) aponta para a interação desses profissionais com a equipe a qual propicia uma melhor qualidade na prestação dos serviços. A maneira como o profissional trata e respeita seus funcionários, como gerencia sua equipe, a motivação e entusiasmo da mesma; são fatores que influenciam na percepção do cliente quanto a qualidade do serviço prestado pela empresa. A autora ressalta que a união da equipe é fundamental para o encantamento e fidelização do cliente.
De acordo com Pedro (2007) nas últimas décadas a área da saúde vem implementando uma nova cultura de serviços, onde o foco na qualidade de atendimento ao cliente passou a ser visto como um forte diferencial competitivo. O mercado atual tem levado as organizações a uma cuidadosa revisão das práticas gerenciais para recuperar fatias do mercado e alcançarem maior competitividade. A autora afirma que as organizações vencedoras serão aquelas que dispuserem de produtos de qualidade, produzidos por mão-de-obra altamente qualificada e que consigam desenvolver os melhores métodos.
Segundo os estudos realizados por Cunha e Bittar (2005), referente ao laboratório de patologia clínica como organização prestadora de serviços, as mudanças nesse segmento exigiram que sua estrutura funcional fosse definida de acordo com a visão estratégica compartilhada com seus colaboradores para que seja estabelecido um vinculo de parceria entre eles e a organização na busca de resultados positivos.
Os autores ressaltam que os laboratórios de patologia clinica evoluíram tanto no que se refere à tecnologia, na realização de exames laboratoriais quanto na relação aos avanços profissionais. Nesse processo de evolução, sua estrutura funcional e operacional modificou-se profundamente, exigindo um trabalho complexo de gestão laboratorial para que seus procedimentos se realizassem com eficácia, dentro dos padrões rígidos de qualidade e da própria legislação vigente.
Os autores afirmam que a gestão contemporânea de laboratório de patologia clínica deve ser vista como organizações prestadoras de serviço, pois desenvolvem procedimentos administrativos básicos de comprar, pagar, prestar serviços e receber, como também de administrar a qualidade, a de possuir um quadro especializado de colaboradores, o gerenciamento do alto custo de insumos e equipamento, as exigências da legislação e a falta do domínio nos preços de seus serviços, os quais são estabelecidos por instituições externa ao seu negócio.
Esse estudo reforça a idéia de que o êxito de uma organização está alinhada a uma política consciente por parte de seus dirigentes de que a participação efetiva das pessoas na execução de seus processos devem ser pautadas por atitudes que agreguem valor ao serviço prestado pela empresa.
Em síntese os estudos realizados na área da saúde demonstram que estas organizações foram passando por transformações profundas, na sua forma de estrutura de trabalho, no paradigma de instituições ligadas a cura de pacientes e analises de procedimentos técnicos para organizações que têm as mesmas obrigações e exigências dos clientes como qualquer uma de outro seguimento de negócio.
CUNHA, Silvia Alonso y BITTAR, Alonso. O laboratório de patologia clinica como organização prestadora de serviços. REA. Ed.05, art. 01, 2005.
PEDRO, Maria José Carvas. Gestão de pessoas aplicada à área de saúde. Perfil do profissional da área. Dissertação de doutorado para obtenção do grau de doutor em administração. Florida Christian University. Flórida, USA, 2007.
WOOD Jr., Thomas. Mudança organizacional: aprofundando temas atuais em administração de empresas. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2000.
O século XX, principalmente a partir dos anos 80, trouxe para as organizações um novo perfil de trabalho, criando um ambiente complexo para os administradores, por meio de mudanças rápidas e descontínuas. O mundo globalizado assiste continuamente as mudanças estruturais e conjunturais impressionantes, consumidores tornam-se mais exigentes, um número cada vez maior de competidores chega a cada dia ao mercado, o ciclo de vida dos produtos reduz-se, a força de trabalho requer novos tipos de tratamento, a velocidade torna-se fundamental. A cada dia, ouve-se falar de novas empresas que se reestruturaram ou passaram por profundas mudanças (WOOD JR., 2000).
Organizações de todos os tipos têm se deparado com cenários substancialmente modificados e significativamente mais dinâmicos que os anteriores. Segundo Wood Jr. (2000), vive-se uma era de rupturas, as empresas e instituições caminham para um ponto de bifurcação, o qual as colocará num grau mais elevado de organização. O resultado e as conseqüências desse processo dependerão da habilidade dos administradores em criar uma visão adequada da realidade, no desenvolvimento e gerenciamento dos recursos necessários.
De acordo com Pedro (2007) “Gestão em saúde significa, busca de diferenciais, de aprimoramentos, de conhecimentos, de qualidade, de priorizar prevenção e promoção de saúde, de cortar gastos desnecessários, administrar recursos, de gerar qualidade de vida”. A autora ressalta que o procedimento clínico ou terapêutico é muito importante da atuação profissional, porém é uma das variáveis que compõem o trabalho e a realização profissional.
Segundo a autora, as clínicas ou consultórios são empresas que devem ser gerenciadas por profissionais que possuam conhecimentos em assuntos ligados à gestão, que entendam da dinâmica do processo de trabalho, e que desenvolva estratégias adequadas as mudanças que objetivam prestar ao cliente serviços de qualidade. A autora lembra que os clientes tornaram-se exigentes com os prestadores de serviços não só na parte técnica, mas também na organização, na localização, na segurança, na pontualidade, no senso administrativo, no gerenciamento de pessoas, no marketing, entre outros fatores que são avaliados na sua totalidade.
Pedro (2007) aponta para a interação desses profissionais com a equipe a qual propicia uma melhor qualidade na prestação dos serviços. A maneira como o profissional trata e respeita seus funcionários, como gerencia sua equipe, a motivação e entusiasmo da mesma; são fatores que influenciam na percepção do cliente quanto a qualidade do serviço prestado pela empresa. A autora ressalta que a união da equipe é fundamental para o encantamento e fidelização do cliente.
De acordo com Pedro (2007) nas últimas décadas a área da saúde vem implementando uma nova cultura de serviços, onde o foco na qualidade de atendimento ao cliente passou a ser visto como um forte diferencial competitivo. O mercado atual tem levado as organizações a uma cuidadosa revisão das práticas gerenciais para recuperar fatias do mercado e alcançarem maior competitividade. A autora afirma que as organizações vencedoras serão aquelas que dispuserem de produtos de qualidade, produzidos por mão-de-obra altamente qualificada e que consigam desenvolver os melhores métodos.
Segundo os estudos realizados por Cunha e Bittar (2005), referente ao laboratório de patologia clínica como organização prestadora de serviços, as mudanças nesse segmento exigiram que sua estrutura funcional fosse definida de acordo com a visão estratégica compartilhada com seus colaboradores para que seja estabelecido um vinculo de parceria entre eles e a organização na busca de resultados positivos.
Os autores ressaltam que os laboratórios de patologia clinica evoluíram tanto no que se refere à tecnologia, na realização de exames laboratoriais quanto na relação aos avanços profissionais. Nesse processo de evolução, sua estrutura funcional e operacional modificou-se profundamente, exigindo um trabalho complexo de gestão laboratorial para que seus procedimentos se realizassem com eficácia, dentro dos padrões rígidos de qualidade e da própria legislação vigente.
Os autores afirmam que a gestão contemporânea de laboratório de patologia clínica deve ser vista como organizações prestadoras de serviço, pois desenvolvem procedimentos administrativos básicos de comprar, pagar, prestar serviços e receber, como também de administrar a qualidade, a de possuir um quadro especializado de colaboradores, o gerenciamento do alto custo de insumos e equipamento, as exigências da legislação e a falta do domínio nos preços de seus serviços, os quais são estabelecidos por instituições externa ao seu negócio.
Esse estudo reforça a idéia de que o êxito de uma organização está alinhada a uma política consciente por parte de seus dirigentes de que a participação efetiva das pessoas na execução de seus processos devem ser pautadas por atitudes que agreguem valor ao serviço prestado pela empresa.
Em síntese os estudos realizados na área da saúde demonstram que estas organizações foram passando por transformações profundas, na sua forma de estrutura de trabalho, no paradigma de instituições ligadas a cura de pacientes e analises de procedimentos técnicos para organizações que têm as mesmas obrigações e exigências dos clientes como qualquer uma de outro seguimento de negócio.
CUNHA, Silvia Alonso y BITTAR, Alonso. O laboratório de patologia clinica como organização prestadora de serviços. REA. Ed.05, art. 01, 2005.
PEDRO, Maria José Carvas. Gestão de pessoas aplicada à área de saúde. Perfil do profissional da área. Dissertação de doutorado para obtenção do grau de doutor em administração. Florida Christian University. Flórida, USA, 2007.
WOOD Jr., Thomas. Mudança organizacional: aprofundando temas atuais em administração de empresas. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2000.
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Perfil
- Natasha Bacchi
- Especialista em Marketing Pessoal, CRM (Gestão do relacionamento com o cliente), excelência em atendimento e vendas.
